domingo, 13 de setembro de 2009
Eu e meu bocão
Amigo de isabelli na conversa: Sério? Não sabia, por que tu não disse logo? Como assim?
Isabelli: ok, achei que vc sabia, paro por aqui, minha paixão é platônica.
Isabelli ontem numa conversa despretenciosa: ... não pq, todo mundo sabe que eu pegava xxxxxx desde ontem de manhã, né, aí tipo...
Amigo de isabelli: ...assim, sério? tu sabe que xxxxxx é super da brodagi, né?
isabelli: não, e fique calado que minha paixão é platônica.
domingo, 6 de setembro de 2009
Wacom Bamboo Fun
Tenho 1/3 do valor, quem quer patrocinar o resto?
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
Passagem
Ain, vou postar uma musica só pra marcar presença ok
Ana Cãnas.Como faz pra dizer que não? Como se disfarça a intenção? O que fazer com uma obrigação? Como faz pra te conhecer? Como faz para te esquecer? Como faz para amar você? Como faz para não cantar? Como faz para arrepiar? Como faz para se entreter? Como faz para andar na rua? Como faz para ver o dia? Como faz pra ter alegria? Como faz para musicar? Como faz pra não machucar? Como faz para se libertar? Como faz pra ficar feliz?Como faz para não morrer? Como faz para entender? Que se faz só para fazer?
terça-feira, 21 de julho de 2009
Relationship
uaehuhaiuehihaeihiuaehiuhaiuhiae
Na verdade eu sempre faço isso, mas quando tô de ressaca tudo fica mais lento, minhas viagens são mais viajadas.
Nesses dias de festa notei o quanto nós somos auto-suficientes no quesito diversão. E eu não botava tanta fé assim nessa possibilidade, sempre achei que quanto maior o grupo maior o aproveitamento... Percebo agora que o que nos acompanha é o álcool, ele representa uma multidão de amigos. Isso não é papo de alcoolatra. Siga o meu raciocínio: Quando você está num lugar cercado de amigos, onde todos estão felizes por estarem juntos, onde todos são íntimos de todos, você pode fazer o que quiser por que está à-vontade. É assim que você se sente consumindo álcool na medida exata, nem demais nem de menos, o suficiente para não ligar pro mundo ao seu redor, com consciência do que está fazendo e com pouquíssimo superego, leia-se limites.
Outra coisa que eu queria falar, conclui que prezo muito mais por amizades do que por amores. Dou muito mais importâcia à um sentimento do que à outro, acho que é por isso que não duro muito tempo num relacionamento. HAHAHA. Tô alcoolatra e rapariga, depois de ler isso percebi! Mas tudo tem uma explicação, veja bem!
A preocupação que eu tenho com meus amigos vai muito além da preocupação que eu nutri por qualquer um com quem tive um afair. O medo de perder, a consideração, o carinho. Acho que é uma espécie de bloqueio... Eu tenho a impressão de que eles poderiam me trocar, meus amigos não. Ficar muito tempo com alguém me trás uma sensação de estar sendo usada. Por que, a pessoa que eu tô ficando, é um amigo de situação, o que nós fazemos não é se preocupar um com o outro mas se pegar. Não dá pra aceitar que depois de se pegar, podemos desenvolver uma amizade. Não em pouco tempo, como as pessoas fazem por aí.
Enquanto isso eu vou pras festinhas, me divirto com pouco, e com muitos.
Melhor cantada da noite: -Olha, meu amigo tem um relógio do futuro!
quarta-feira, 15 de abril de 2009
Aquarianos são do mundo...
Tem a capacidade de chegar ao âmago da questão ou situação, focalizando o essencial. Sua sensibilidade é bastante limitada, fazendo com que seja controlada, reservada e formal em questões sentimentais.
O grito "Igualdade, Liberdade e Fraternidade" é o lema do Aquariano. Sendo um signo intelectual, ele quer resolver tudo ‘pela razão’, e não se abandona a sentimentos piegas que ele tenta controlar à todo custo. Ela é muito orgulhosa e por demais controlado para deixar suas emoções transparecerem. No entanto ele não é insensível; simplesmente não gosta de demostrar suas emoções, já que elas não podem ser explicadas de forma racional.
A mulher de Aquário pode ser do tipo que aplica seus conhecimentos e sua auto-disciplina somente no âmbito pessoal, e vive muito bem sozinha;no campo emocional elas podem ter muita dificuldade em expressar seus sentimentos, mantendo uma aparente frieza e distância nos seus relacionamentos amorosos. Elas são favoráveis à liberdade, em todos os sentidos, inclusive àquela sexual, e podemos encontrar neste signo as feministas, as lésbicas ou as GLS, publicamente assumidas. Ela não consegue expressar a sua feminilidade da mesma forma que as mulheres dos signos de Água ou Terra, e então dificilmente se realizarão como ‘esposas e mães devotadas’!
Por meio deste, tento explicar minha postura para com os seres humanos em geral. :)
Sempre me interessei por essa coisa de signos e tal, mas de uns anos pra cá, essa coisa mística tem me ajudado bastante. Papo meio auto-ajuda, eu percebi agora... Mas eu realmente n tenho um pingo de preconceito contra auto-ajuda, cês tem? (eu ouvi um -N?)
Desde que eu tenho lido, buscado, escutado mais sobre astrologia, e especificamente, sobre meu signo, tenho prestado mais atenção nas minha atitudes, me corrigido mais. Acredito que se as pessoas se conhecem mais, e principalmente, estão a par de seus defeitos, elas estão aptas a mudar, para melhor. Isso é possível através da piscicologia, onde eu tb busco muitas respostas... Mas a questão mística me atrai sobremaneira. Até pq é o acesso é mais fácil, né.
O que eu quero dizer é que, através do conhecimento interior conhecemos nossos pontos fracos, e somos capazes de fortalece-los. Há uma certa repulsa na palavra 'mudar'. Ninguém muda verdadeiramente pelo outro. Mas mudar para si, para se sentir melhor, é completamente possível.
Se você se conhece o suficiente para saber que é fria e que essa frieza machuca as pessoas que vc ama, vc pode muito bem querer mudar. Mudar pelas pessoas que você gosta. Mas isso só vai acontecer de fato, quando você mudar por você. Quando você notar que existem formas de tratar as pessoas que não sejam tão frias, mas que tb não extrapole o limite da espontaneidade.
E agora tenho que ir, se não passava a noite escrevendo sobre mim, já que não consigo falar quando necessário.
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
O ápice da nojeira!
Mas enfim, eu tinha uns 10 anos pelo menos e estávamos num casamento. Eu, Otávio e Gabriel, meu irmão e meu primo, respectivamente com mais ou menos 12 e 8 anos. Pois então, estávamos nós, brincando de tirar patinhas das aranhas quando por um momento eu levantei a cabeça e me entreti com outra coisa... E minha expressão mudou completamente. Eu só enxergava numa direção. Minha boca caiu, numa expressão super espontânea de nojo.
Quando crianças somos capazes de capturar aranhas debaixo de armários, retirar todas as patas, deixando só a "catotinha" intacta, seguramos sapos nas mãos, suspendemos lagartixas pelo rabo, matamos barata com o chinelo e levantamos o corpo ainda agonizante do inseto pelas antenas pra fazer medo à mãe. Nos envergonhamos, anos depois, do dia que caçamos emboás, lagartinha de fruta, só pra mexer neles com galhinhos de planta, as vezes esmagá-los pra saber a cor do sangue e até para testar o sistema nervoso do bixo quando era esquartejado.
Meninos de um lado, meninas do outro. Nojo era beijar um garoto (a) na boca! Isso sim era um desafio e tanto para nós, corajosos descobridores da natureza. No 'Verdade ou consequência", dar um selinho de 10 segundos era o pico da brincadeira, a prenda mais pesada, que rendia cuspes e lavagens com sabão no final.
Naquele momento eu me deparava com uma cena repugnante, coisa que nunca deveria ser feita, muito menos em público. A noiva acabara de oferecer um bem casado ao noivo. Ele aceitara e eles simplesmente se aproximaram e encostaram os lábios. Entre suas bocas ficou um pequeno espaço durante a passagem do docinho que ia dela pra ele... Era nesse espaço que se encaixava a minha cara de nojo. Atrás dos noivos minha mãe e minhas tias com aquele ar de riso, que eu nunca vou esquecer. Como quem me avisasse que aquilo era mais do que normal. Como se beijar já não fosse o bastante, eu cresceria, e trocaria comida com outra pessoa, chegando no ápice da nojeira!
Inadmissível.
Os tempos mudam... Nossas convicções também, é natural! Basta crescer. ;)
terça-feira, 13 de janeiro de 2009
segunda-feira, 5 de janeiro de 2009
Arabesco

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008
Vestidinhos.
Por falar em dinheiro, no meu último reveillon eu estava de vestido amarelo. Continuo na mesma bosta de sempre, mas meu presente de Natal foi melhor que o do ano passado...
Esse ano meu vestido é vermelho... Espero não continuar na mesma bosta de sempre, mas fico no aguardo de um bom presente de natal. ÔE!
hahahhahahaahaha...
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Pode ser que esse seja meu último post no ano, amanhã já é terça... Vai ser cheio o dia.
O listão da segunda fase tá pra sair as 11hrs, e eu ainda quero aprender a fazer pernil com mainha.
:D
Feliz ano novo.
quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
11 de Janeiro.
Vargas sai? a casa tá livre para orgias! Traduzindo: Carol viajou, a gente monta a festinha na casa de Lila!
Pois bem, cheguei com umas amigas e dei de cara com uns marmanjos da rua por lá. Um tal de Moreno Água... Mas por que 'água?' depois de muito insistir, alguém saiu com a explicação "por que ele é uma água!", outra melhorzinha veio em seguida "é 'água' pq é mole-mole!"... Esse cabra apitou jogo pra gente no são bento, era a única lembrança que eu tinha, forçada pela mente esporrtiva de Cath. Mas seu rosto indicava amizade. Simpatizei com ele, e foi fácil chamar de amigo pouco depois.
Tinha um cara lá, filho de uma professora nossa... Gente, o apelido pegou por vários dias entre nós. Esse cara, parecia o mais velho, por ser o mais sério. Olhava com ar de superior pra'quelas pirralhas donzelinhas que ali estavam. Nós! As presentes amigas do peito desse tabacudo. Sem citar seu nome, nem sua foto, nenhum tipo de identificação, declaro apenas que ele faz parte do hall de idiotas que se tornaram meus melhores amigos.
Mas enfim, lembro-me também de um cara reservado, só fazia rir. Tudo fachada, logo depois alguém veio me falar... E eu descobriria por mim mesma em seguida, se tivessem deixado. Jogando dominó, ganhou de mim um bocado... E esse seria o tema das nossas primeiras conversas... E a desculpa para mais reuniõezinhas com dominó. Batalhas e batalhas perdidas, até que um dia a sorte esqueceu de acompanhar o jogo dele, e numa tal de cobertura, duas partidas foram vencidas e junto com elas a sessão massagem apostada. Esse era Caio.
Marcelo, conhecido meu, por ser amigo de Becca (e namorado de Carla), não era muito simpático do meu ponto de vista, juntou-se a nós nas partidinhas de porrinha, cafofo... Futuramente, já amigos, discutiria-mos nossa relação de antipatia um pelo outro, discussão que sempre terminava com -você que não gostava de mim!
Tiveram outros, claro, mas esses foram as peças-chave masculinas do nosso 'verdade ou consequência'. A parte feminina era formada por: Digih, Becca, Mari (irmã de Lila), e eu. Otávio foi dormir, e Lila ficou assistindo a brincadeira. As outras pessoas foram saindo de perto, indo pra casa, sei lá... Não tá muito claro na minha memória. Ficamos nós.
Essa brincadeira tomou o rumo da escrotice de baixo calão. Uma intimidade inexistente, obviamente criada pelo álcool que a cada rodada de mentiras (ou verdades desacreditadas) era consumido. Perguntas e respostas indignas de serem publicadas. Consequências... Ah, as consequências! Acredito que certas coisas não precisam ser ditas para serem fixadas no tempo... Certamente quem tava lá acompanhou o desenvolvimento da maior consequência do jogo durante esses 11 meses...
E logo depois da consequência mais empolgante daquele encontro, esses elementos, ao nascer do sol, estavam na rua esburacada, cheia de pedregulhos, descalços, jogando partidas de queimado. O sol no quengo, as pedras no pé, e a cachaça no juízo, dominavam o finzinho de festa, finzinho que se materializou com pessoas deitadas na calçada, com moscas em cima, deplorável.
Nosso plano daquele momento era prolongar a noitada na praia. Eram 7:30 da manhã, e todos concordavam em sair dalí se arrastando pra orla de Olinda, até surgiu por lá alguém que dissesse Maria Farinha...
Hoje não me lembro exatamente o que fez a gente desistir dessa última empreitada, mas lembro de Lila feliz da vida terminando a frase : -Vamos para a pra...
Hora de Queridinho colocar a cara amassada de sono por cima do muro :-Pra ondeee?
Acho que essa foi a puxada que todos precisavam para a realidade.
"Nossa vida quotidiana é bombardeada de acasos, mais exatamente encontros fortuitos entre as pessoas e os acontecimentos - aquilo que chamamos de coincidências", esse trecho pertence ao livro de Milan Kundera, intitulado "A insustentável leveza do ser", que eu não terminei de ler ainda! Mas é super legal, recomendo... Ao ler essa história, me lembrei dos acasos que nos levaram ao dia 11 de janeiro.
Se meu irmão não namorasse com Lila, se a irmã dela não tivesse viajado nas férias, se eu não tivesse passado uma, mas duas semanas em Porto como era planejado, se eu não tivesse voltado a falar com Digih... Tudo isso teria acontecido? Não sei o que fez aquelas pessoas estarem alí e em seguida estarem comigo durante a maior parte do meu tempo livre, mas o que me fez estar alí foi o acaso e o que me fez ficar foi a sensação de bem estar.
E essa é a história do verão 2008... A lembrança que eu tenho é uma foto no celular, onde aparecem os protagonistas: A pitú, as pernas de Mari indicando a formação de um círculo e o gesto que ela faz, derrubando a cachaça no copo. (12.01.2008 4:20 am)
